90210 – 4×15 – Trust, Truth, and Traffic

O passado não ficou no passado. Leia mais

Grey’s Anatomy – 8×13 – If/Then

“What if one little thing I said or did could have made it all fall apart?”

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Once Upon a Time 1×11 – Fruit of the Poisonous Tree

É nessas horas que você pensa “Aahh, Droga!” Leia mais

Pretty Little Liars – 2×18 – A Kiss Before Lying

Por Fillipe Lorenzoni Leia mais

Gossip Girl – 5×13 – G.G.

“Gossip Girl here, your one and only source into the scandalous lives of Manhattans elite.” Leia mais

Spartacus: Vengeance – 2×01 – Fugitivus

Depois de 2 anos a série retorna com sua continuação, Leia mais

90210 – 4×14 – Mama Can You Hear Me?

Custa deixar o que estar quieto, quieto? Leia mais

Prety Little Liars – 2×17 – Blond Leading The Blind

Por Fillipe Lorenzoni Leia mais

One Tree Hill – 9×03 – Love The Way You Lie

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Citação do episódio:
Dan: “Eu cometi o crime”
Haley: “Não significa que você precisa sofrer o tempo todo” Leia mais

Hart of Dixie – 1×11 – Hell’s Belles

A continuidade de Hart of Dixie só não é pior do que a de Glee.

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Desperate Housewives – 8×12 – What’s the Good of Being Good?

Um episódio para não se por defeito. Leia mais

NCIS – 9×12 – Housekeeping

A série volta do hiato retomando uma trama que estava pra ser abordada já tem um bom tempo. Afinal, Stratton apareceu na première, e de lá pra cá, não ouvimos mais falar dele.

O episódio também marcou o retorno de EJ Barrett, ou seja, Sarah Jane Morris reprisando seu papel, que foi tão importante na reta final da temporada passada.

Vale dizer que foi um ótimo episódio, com ritmo e que me fez perguntar se eles encerrariam tão facilmente a trama envolvendo Stratton.

Quem acompanha meus textos já está cansado de saber que sempre peço um arco episódico pra ser desenvolvido com calma e que dure mais do que duas semanas. E ainda acho que Scott Wolf deverá dar as caras mais pra frente nessa temporada, porque se não, ficarei frustrado com a série.

Once Upon a Time 1×10 – 7:15 A.M.

Antes tarde do que nunca! Leia mais

The Office (US) – 8×12 – Pool Party

Por Caetano Barsoteli

Não há muito o que celebrar em The Office. Esta oitava temporada, a primeira sem Michael Scott, já pode ser considerada, de longe, a mais irregular da série, seja isto culpa da ausência de seu original protagonista ou não (ainda acredito que não seja apenas por isso). Os poucos arcos narrativos, embora ainda aproveitáveis no sentido de conferir uma continuidade sólida às histórias, são, essencialmente, desinteressantes, somente girando em torno de casinhos amorosos não resolvidos. Assim, outros personagens, sem rumo, são jogados pelos roteiristas em momentos de humor que – também denotando a irregularidade atual da série – custam exibir aquela sensibilidade, aquele tato para a comédia de constrangimento que virou marca registrada da série, muitas vezes se resumindo a simples, óbvias e pouco inspiradas piadas.

Dessa forma, o tema de festa investido pelo episódio ganhou significados bem mais interessantes a esta altura, uma vez que California, se recuperando de seu recente divórcio (esta aí uma trama que continua a ser tocada, e que é especialmente interessante por cada vez mais nos revelar algo sobre o intrigante personagem que é Robert), decide celebrar, com seus subordinados, pela última vez, os prazeres de sua mansão, embora esta “celebração” adquira traços nostálgicos e rancorosos, com California compartilhando seus ressentimentos matrimoniais com os membros do escritório – e assim também conferindo um ar melancólico ao episódio, vindo a calhar com a própria situação infeliz da série, que aqui, assim como o CEO da Dundler Mufflin, convive com o que lhe resta, e assim encontra meios para se divertir, produzir humor de qualidade e ainda tocar a história adiante.

Mesmo não sendo um grande episódio, ou sequer o melhor desta temporada, “Pool Party” acertou em praticamente tudo. A piada recorrente envolvendo Jim e sua destreza ao escapar cedo de festas permeou o episódio todo, rendendo bons momentos mas não tomando muita atenção para si, já que a trama principal, que girou acerca da tentativa de Erin causar, mais uma vez (e porque Andy a seguiu até sua casa no último Natal – detalhe resgatado acertadamente pelos roteiristas), ciúme no ex-namorado. Assim, pudemos comprovar não só a irresistência da secretária em relação aos seus sentimentos não resolvidos pelo chefe, como também a suposta possibilidade de que Andy possa estar superando este passado amoroso com muito mais facilidade do que ela – determinando-se, sob a benção de seus pais, a propor para sua nova namorada Jessica, mesmo que no fim, devido ao incidente da perda do anel, o personagem tenha admitido não saber exatamente o que faz.

Além do mais, a trama acerca de Erin nos serviu ótimos momentos cômicos principalmente pela presença de Dwight, que aqui funcionou com muito mais frescor e liberdade – assumindo sua figura viril e sexualmente competitiva – do que se tivesse andado junto ao grupo dos bajuladores de California, já que lá dividiria espaço e ficaria completamente focado a agradar seu amargurado patrão, em vez de ora rejeitar a aproximação de Erin, ora imergir exageradamente na brincadeira de ciúme dela e ora até nos fazer pensar que algo de fato poderia surgir entre ele e a secretária.

Mas foi mesmo no tour pela mansão oferecido por Robert California ao seus empregados – e alguns fiéis bajuladores – que grande parte do humor e dos significados do episódio residiram. Além de abrir as portas de sua casa, California também abriu, sem reversas, seu coração; e os lamentos a respeito de suas ideias não realizadas por causa de seu casamento foram, particularmente, hilárias. O amplo recinto destinado ao sexo impessoal se tornou o espaço onde sua mulher praticava pilates; sua sala de filmes destinado à apreciação de clássicos do cinema, inclusive do erótico, com menção a Emmanuelle 3, acabou servindo para o cinema de Marley e Eu.

E assim, desabafado e embriagado, California enxergou naqueles com quem dividia a última celebração em sua mansão os únicos que realmente desfrutavam dos prazeres caseiros que sempre buscou aos seus convidados – algo que não só anuncia uma maior aproximação de California aos seus empregados (coisa boa), como também simboliza a aceitação destes como são, tal qual a aceitação da série por ela mesma, desta forma se desviando consideravelmente de sua frágil e não familiar situação e conseguindo encontrar bom humor e boas histórias naqueles que ainda restam, mas que sempre foram, sem inovações, sem novidades; agora com o auxílio recuperado do tato e da sensibilidade.

The Secret Circle – 1×12 – Witness

John Blackwell vive! Leia mais

Revenge – 1×13 – Commitment

Amanda

Emily cada dia mais implacável! Leia mais

90210 – 4×13 – Should Old Acquaintance Be Forgot?

Novo ano, nova vida! Nova 90210? Leia mais

Grey’s Anatomy – 8×12 – Hope For The Hopeless

Depois de um episódio ótimo como esse, posso até me esquecer daquele horror de semana passada.

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The Vampire Diaries – 3×12 – The Ties That Bind

E a temporada está cheia de episódios bons. Se continuar assim, vai ser melhor que a segunda.

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One Tree Hill – 9×02 – In the Room Where You Sleep

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Citação do episódio:
Haley: “Dan, não passo um dia sem sentir saudades do Keith ou odiar você pelo o que fez a ele, ao Nathan e a toda a minha família. Não tenho simpatia por você. Mas se existe alguma coisa como reabilitação ou perdão, então acredito que uma pessoa merece a oportunidade de provar que mudou. É por isso que está aqui”.

Relacionamentos são definidos pelo dicionário como “ato de adquirir relações/ entrar na intimidade de”. Definição ao mesmo tempo simples/direta mas ao refletirmos durante um tempo se mostra extremamente complexa. Essa última afirmação pode se referir também à série que em simples episódio de início de temporada trouxe pensamentos e reflexões que rendem bastante.

A partir do momento que nos conectamos a outra pessoa, seja essa relação entre pai e filho, namorado e namorada passamos a valorizar tal relação e buscar que ela se mantenha, melhore ou evolua. Entretanto por vivermos em um mundo complexo essas relações podem tanto melhorar quanto piorar, e às vezes, ambas simultaneamente em potências distintas. Os personagens cresceram bastante nesses últimos treze anos, e principalmente nos últimos cinco, mas não podemos nos esquecer Nathan muito antes disso sofria com um pai tirano, Brooke tinha “pais” ausentes e essas antigas conexões os marcaram.

Esses dois personagens tem agora uma nova chance de anos depois construir novas relações com seus pais. Enquanto Brooke, indo contra as advertências da mãe, já de início abraçou a ideia de ter a presença do pai na sua vida, Nathan não consegue ao menos dar a possibilidade de seu pai, que tem no “currículo” o assassinato de Keith, demonstrar que está arrependido da antiga vida e ter uma nova. Para o bem ou para o mal, os dois pais continuarão conosco.

No lado tramas secundárias para ocupar tempo, ou seja, desnecessárias. Tivemos Clay ainda receoso com a busca de tratamento psiquiátrico, o que levou Nathan a mais uma vez viajar para a Europa; Millicent e Mouth, para nossa infelicidade, aparecendo (eu nem lembrava da existência deles); e Alex, Chase e Chris na única história minimamente interessante fazendo referência à segunda temporada trazendo novamente a escolha entre amor e/ou turnê musical.

Para a próxima semana fica a expectativa pela forma que Dan agirá para continuar na casa dos Scott sem conflitos com Haley e se o pai de Brooke tem mesmo intenção de usar a filha nos negócios. Entretanto o que queremos saber mesmo é quando Lucas voltará e se possível ouvir novamente “I don’t want to be”. See you.. @TheRLobo

UP: Alex. A personagem evolui e há tempos não é mais chata, conseguindo em suas cenas passar carisma e empatia.
DOWN: Clay. Mais chato impossível.

Desperate Housewives – 8×11 – Who Can Say What´s True?

Por Leonardo da Silva
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The Good Wife – 3×13 – Bitcoin for Dummies

Por Patricia Santana
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Glee – 3×10 – Yes/No

Citação do episódio:
Will: “Emma, você é a única. Sempre foi! Leia mais

The Simpsons – 23×11 – The D’oh-cial Network

Não tem como ser mais claro, depois de ler o título do episódio – Os Simpsons fazem uma paródia completa sobre “A Rede Social” – “The Social Network”. Não preciso dizer que ficou de chorar de rir. Sério, episódio monstro, pra rachar o bico. Garante mais risadas às pessoas que viram “A Rede Social” e conhecem os bastidores da história do Facebook. Pode ser que os mais chatos achem falhas aqui e ali, sem contar algumas viagens bem diferentes, mas eu particularmente, gostei.

O sofá é uma viagem. Não sei exatamente o que eles querem parodiar, mas parece algo como um filme de ação em Nova York. Daqueles que passam na Sessão da Tarde, com aquela música e tal. No fim, eles chegam ao cenário do programa do David Lettermann. Muito bom. Quando o episódio começou, vi que ia ser bom. Gosto quando eles começam do fim (ou do meio) e contam a história. Aqui eles tiram sarro da própria história em vários momentos, inclusive da paródia estar desatualizada, pois o desenho demora para ser feito. Genial.

Eu estava assistindo à esse episódio tarde da madrugada e tive que abafar minhas risadas com um travesseiro na hora em que eles fingem que estão saindo da vaga do shopping só para sacanear o cara. Putz… é impressionante como isso acontece, não de propósito como vimos aqui, claro, mas você espera pela vaga e aquela pessoa está chegando. Gostei também que todos os Simpsons participaram disso, até a Marge que é mais certinha. Uma piada em família com aval de todos, como poucas vezes vimos nos Simpsons.

Mais um shopping novo em Springfield. Como vimos desses, hein? Tem aquele do Porto de Springfield, o que é inaugurado no episódio da Lisa (uma babá ruim); Tem o Shopping que é inaugurado com a propaganda do esqueleto de anjo; Tem o Shopping do milionário que é invejado pelo Sr. Burns… lembram de mais algum? Deve ter. Esse novo shopping é chique e tem até apartamentos. Lenny mora em um deles. Que viagem, mano!

Uma cena que me fez rir bastante também foi a do IN MEMORIAM. Caraca, o que foi aquilo – uma mistura do vídeo dos atores que faleceram no ano, feito pelo Oscar anualmente com os cartões de empresas que “faleceram” por aí. Lógico que os nomes das empresas são zoeiras,mas os logotipos estão lá e de repente as palmas aumentam quando mostram um cartão que se parece muito com a Blockbuster. Que piada clínica. Não sei o que quis dizer com isso, mas gostei. Piada clínica – direcionada; na veia. Acabei de inventar, pode?

Mais uma vez o LEGO aparece nos Simpsons como BLOCKO. E sempre alguma alusão ao Star Wars (Cosmic Wars em Os Simpsons). No geral, Lisa inventa a Rede Social de Springfield, The Springbook. O resto vai da mistura da imaginação dos escritores com o filme em questão. Gosto do símbolo da Apple com a maçã comida dos dois lados – Mapple. Mais um destaque vai para a piada do Nelson – Angry Nerds e seu boliche de Machintoshes antigos e coloridos. Vocês lembram deles? Eles já pareciam coisa do futuro lá no século passado. E o reverendo Lovejoy achando que todos estão com o brilho de Deus em seus rostos? Hahahaha. Bela piada. Eu sinto falta de piadas dentro da igreja. Elas estão escassas nos Simposons, ultimamente.

O que me chamou atenção neste episódio é que ele teve um final da história da Lisa. Aí vemos uma zoeira forte com os gêmeos de Harvard e aquele final de filme com disclaimers sobre o que houve no futuro de cada personagem. De repente entra uma história com um desenho todo maluco e sombreado. Já vimos isso em Os Simpsons, mas fazia sentido e fazia parte de um episódio – foi quando Bart contou sobre o cozinheiro assassino da escola para assustar a molecada. O que vemos aqui é um micro conto de terror rimado, que deve ser algo que faça menção à Edgar Allan Poe ou algo do gênero. Eu gostei.

Um Abraço,

Luiz Rodolfo

 

 

The Simpsons – 23×10 – Politically Inept, with Homer Simpson

Um episódio bem politizado, daqueles que vão ter piadas internas sobre as cagadas que os EUA fizeram em vários momentos da história. Eu achei o episódio bom apenas, com uma pequena descaracterização do Homer. Ele está muito esperto neste episódio. É muito sarcasmo para um cérebro como o de Homer Simpson e isso soa falso. Imagine se Homer virasse um tipo de um Datena nos padrões da TV norte-americana. É mais ou menos isso que acontece. Porém, não se engane. Há muitas cenas boas e ótimas risadas.

O sofá já é um destaque com uma piada à la Sherlock Holmes. Nos primeiros segundos do episódio vemos um cartaz em frente ao aeroporto – “Construído para as Olimpíadas que não sediamos” – Lembram disso? Culpa do Bart Simpson. Incrível como uma referência do próprio seriado vira uma piada tão rápida que se você está desatento, você não pega. A cena inicial, do avião, é demais. É o cúmulo da espera dentro de um avião que dá início ao Homer politizado que veremos à seguir no episódio.

Outro destaque fica com o programa de TV em que Homer é convidado para falar. As frases que passam embaixo me fizeram gargalhar. Como fica difícil ouvir as baboserias do Homer e ler as frases ao mesmo tempo, aqui vão as melhores: “Steve Jobs revela ifantasma (ighost)”; “Congresso adia fim do mundo para 2013″. O apavoro que eles dão nos democratas é demais também. E quando eles detonam democratas assim, aguarde que os republicanos tomam uma pior ainda.

Aí vemos a entrada do programa do Homer – uma estrela ninja jogada por ele atinge o Kung Fu Panda com uniforme chinês, um alien de “Men in Black” e um canadense, que cai de seu cavalo. Demais mesmo. E por que ele chora? Hahahahahaha. Lembra um pouco o personagem que faz o papel de repórter sensacionalista em Tropa de Elite 2 – que também lembra o Datena. Eita.

Mais para frente o episódio cai um pouco e tem uma aparição estranha de Ted Nugent qque obviamente é uma piada muito interna. Não peguei. Se alguém puder dar uma luz aí, deixe um comentário.

Um Abraço,

Luiz Rodolfo

 

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