Royal Pains – 1×01 – Pilot
15/06/2009 por Henry Akashi
Categoria: Comentários de episódios, Royal Pains, Seções, Séries: R-Z

Royal Pains veio para fechar a boca dos desacreditados em um programa com conteúdo original na TV americana. Após míseros 11 dias desde sua estréia, a série já pode se gabar de sua nota no banco de dados mundial, IMDB, no qual possui uma nota de 8.0 com média de 500 votos.
Se este ano não tivemos muitas boas surpresas na TV americana, nesta Mid season, podemos dizer que esta série promete cumprir com as promessas da emissora de introduzir mais um drama médico, com um tema clichê nos tempos atuais e que ainda assim consegue demonstrar sua originalidade na forma de tratar um tema tão batido.
Vamos falar um pouco da premissa do programa.
Hank Lawson é o melhor cirurgião que já passou pelos hospitais da elite de Nova York. Um futuro brilhante, uma vida tranquila, se não fosse por um pequeno detalhe: ao dar preferência para o atendimento de um garoto correndo sério risco de vida, Hank desacata uma ordem direta da administradora do hospital onde trabalha e esta sua decisão acarreta na morte de um figurão importante (importante para os sócios, na verdade).
Após sua demissão, Hank não consegue mais encontrar emprego em canto algum devido o tal figurão ser de uma família bastante influente que faz o favor de providenciar o fim da carreira de Lawson.
Diante de sua atual situação, como se já não bastasse o fim de sua carreira, Hank é abandonado pela sua noiva (e ela não é interesseira ta pessoal; ela simplesmente cansou de vê-lo desistir da vida e não tentar nada apesar de toda a dificuldade). Neste ponto, eu apoiei mesmo a decisão da noiva de Hank porque ele estava agindo como se tivesse sofrido um acidente e fosse um inválido, quando na verdade, uma simples mudança para uma nova vida, resolveria seus problemas.
Evan Lawson, irmão do protagonista, o convence de ir a uma das milhares de festas da badalada Hamptons, na qual ele jamais pensaria ser o lugar para o seu grande recomeço.
O que tenho a dizer como primeira impressão de Royal Pains é que ela me cativou de verdade; a série foi boa o suficiente para me convencer a acompanhá-la o resto desta Mid-Season. A forma como o protagonista nos foi apresentado, acredito eu, foi excelente, apesar de clichê (mas convenhamos que quase tudo que é produzido hoje possui uma ponta de clichê, não é mesmo?); a química do elenco é fantástica (um bom exemplo foi a breve relação de Evan e Divya – nova assistente de Hank – ao se conhecerem, demonstrando que estarão sempre discutindo, o que provavelmente trará momentos hilários).
E falando em momentos hilários, é importante lembrar que a série é classificada como um drama e não tem como fugir disso, mas ela possui aquela fórmula de séries como House e Grey’s Anatomy, que acrescenta a comédia em breves momentos e consegue fazer estas passagens se tornarem inesquecíveis (para aqueles que acompanham, quem não se lembra, em Grey’s Anatomy, da competição de Karev e Yang no refeitório para ver quem conseguia comer mais sanduíches? Inesquecível!; ou até mesmo dos momentos de House na clínica?)
Se já não basta a química entre o elenco regular, o de apoio faz bonito diante das câmeras e chamo atenção principalmente para Libby (adorei a persoangem neurótica, pena que não ficará); outro ator que preciso comentar é alguém que sentia falta desde a falecida Six Degrees de J.J. Abrams, Campbell Scott, que por sinal será o antagonista de Hank, pois será ele provavelmente, aquele fará com que Dr. Lawson aja contra seu profissionalismo algumas vezes.
Hank se mostrou bastante desconfortável com o sistema de médico particular, mas como muitas pessoas fazem ao longo de suas vidas, o nosso mais novo médico da realeza terá que se adaptar com esta nova forma de trabalho. Nos Hamptons funciona aquela famosa lei “o que acontece aqui, morre aqui”.
Os casos deste episódio foram, da mesma forma, espetaculares. Após o diagnóstico da namorada, Tucker teve um colapso dando-nos um presente maravilhoso que foi ver Lawson em ação dando uma de MacGyver como a própria Libby disse. E é bem esta a descrição resumida de Royal Pains, é um MacGyver, na pele de um médico.
Tudo o que eu posso dizer no momento é que sou oficialmente fã de Royal Pains e que pretendo acompanhar religiosamente se o programa não cair no erro de diminuir sua qualidade, o que sinceramente acho difícil pela ótima impressão que causou logo de cara. Foi um episódio com mais de uma hora e em nenhum momento eu olhei no tempo para saber se estava acabando; e como se sabe… esta atitude – de olha pro relógio – normalmente define que o episódio está meio enfadonho e não se vê a hora de acabar.
Algumas Observações:
- “Quem é você? MacGyver?” (Libby) (me rachei de rir)
- Qual será o pequeno segredinho de Divya?
- Achei o maximo o Hank socorrendo Tucker e ele descrevendo cada um de seus passos; sei lá… me pareceu como se ele não se sentisse o máximo e estivesse dizendo para si mesmo os passos a serem tomados para que não cometesse nenhum erro;
- Que trilha sonora é esta? WTF.
Músicas do Episódio:
The Prettiest Face In Town -”Whiter Straighter”
Cake – “Sheep Go to Heaven”
The Ting-Tings – “Shut Up and Let Me Go”
Rooney – “I’m Shakin’”
The Airborne Toxic Event – Papillon
Wylde Bunch – “Ain’t No Love in the Club”
Suzie Rose – “Don’t Rush”
Enur – “Calabria”
The Airborne Toxic Event – “Wishing Well”
Blue Van’s – “Be Home Soon”
Royal Pains – 1×02 – Promo




Nossa, muito confuso. Não entendi nada da história. Fica a dica pra escrever com mais clareza na próxima e ser menos passional nos comentários.
Marcelo, sinceramente não vi erro algum na minha review e olha que eu li e reli várias vezes o texto.
Como estamos aqui para oferecer um trabalho legal, me permiti reescrevê-lo por completo, acrescentando mais comentários.
Quando a ser passional, sugiro que vc procure a definição de resenha crítica no Wikipedia, pois lá diz que a intenção deste tipo de texto é expressar, sem qualquer censura, a opinião de quem escreveu o texto.
Desculpe-me sinceramente se talvez tenha entendido errado sua crítica, mas me pareceu um pouco preconceituosa com o meu trabalho.
De qualquer forma, espero agradar com este novo texto e se não for o caso, tudo o que tenho a dizer é “sinto muito”… pq não sei o que vc espera.
Abraços.
Uma série e tanto, o medo é de que venha ser cancelada, pois parece que o gosto dos brasileiro são em muito direfente dos gringos hehehehe parabens e obrigado pela review.
Valew Walciley. Esperemos que desta vez os gostos sejam mútuos… assim como é em Grey’s, Lost, Dexter e True Blood.
Existem pessoas que não entendem português, só entendem pretugues, nesse caso azar.
Parece uma boa serie que terei que ver.
Parabens pela escolha
Gostei muito do 1º episódio, como muitos amigos meus!
Pena o 2º episódio ser mais fraco ( muito mais :s ) mas vou dar uma nova oportunidade.
Cumps
Nuno, vou conferir agora o segundo episódio e já escrevo a review aqui pro pessoal.
Dei a minha opinião, ao fim de ver o 1º epis. fiquei “excitado” com a serie, mas dps como referi não gostei, mas pode ser que a vossa opinião seja diferente…
Cumps
Esqueci-me de dizer…
Boa review.
Cumps
Li e gostei da review, tanto que só estou baixando o primeiro episódio da série pra assistir pelo que li aqui.
Aliás, como atualmente meu tempo para séries está cada vez menor, nenhuma dessas novas séries eu estou baixando pra assistir sem ler os tópicos daqui do site. Quando leio a crítica de vocês e é boa,eu assisto.
Espero gostar também do 1o. epis. dessa série.
Nossa, ao ler os primeiros parágrafos da sua review não pude deixar de reparar na IMENSA quantidade de fatos que me remetem ao triller japones MONSTER, que é um mangá que tem exatamente o MESMO inicio de historia… médico expecialista, preferencia a cirurgia em menos favorecido => perde emprego e mulher por causa disso, pena q o desenrolar deve ser diferente, pois monster é um dos maiores sucessos japoneses, fora o processo violento que a série iria tomar… kkkk
Rebecca, é muito bom saber que nossas reviews tem bastante valia para os leitores, sabia? É sempre bom ter este “feedback” da galera que acompanha o Guia…
Muito obrigado pelas suas palavras…
Anderson, espero que tenha gostado da review, meu caro.
Você me falou deste filme “MONSTER” e eu nunca o vi. Vc sabe me dizer se ele existe em dvd? Quero assistí-lo agora.